NIETZSCHE: ESPÍRITO LIVRE, DEVIR INTENSO

Luís Augusto De Mola Guisard

Resumo


Este artigo traz alguns elementos sobre o pensamento de Nietzsche, a partir de seu estilo linguístico, e revisita duas metáforas centrais: o “último homem” e o “além-do-homem”. A primeira metáfora designa o ser que já não tem mais esperanças, resultado da “morte de Deus” pela racionalidade moderna, e a segunda antevê a afirmação de um porvir luminoso. A partir do diagnóstico da modernidade como niilismo, Nietzsche procura detectar as possibilidades de sua superação ao investigar criticamente os ideais da filosofia da história de sua época, inaugurando a genealogia do esquecimento e da memória.

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FMU DIREITO - Revista Eletrônica   ISSN 2316-1515


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