O uso do TLS (Teste de Lideranca Situacional) como instrumento de avaliaçao de gestores de restaurantes / Use of Situational Leadership Test (SLT) as a tool for assessment of restaurant managers

Francisco Geová Feliciano da Silva, Catalina Naomi Kaneta, Roberto Agostinho de Mello

Resumo


Diversos modelos de liderança foram apresentados ao longo das décadas a fim de se descobrir a existência de um perfil ideal de um líder. A liderança contingencial é mais um modelo que tenta auxiliar neste desafio, considerando que não há um modelo único ideal de liderar, mas suas ações devem ser flexíveis de acordo com a situação. Esse trabalho teve como objetivo principal identificar se a liderança contingencial está presente nos processos de gestão de pessoas em empresa do segmento de restaurantes. Para isso foi aplicado o teste de liderança situacional (TLS) desenvolvido por Agostinho Minicucci, em uma empresa de pequeno porte deste setor da cidade de São Paulo. Foi investigado um total de seis líderes, e os resultados apontaram a presença da liderança contingencial nos processos de gestão, no entanto não houve o predomínio. O setor alimentício nos últimos anos tem apresentado um crescimento considerável e pesquisas neste sentido se justificam em função da importância dos líderes neste contexto socioeconômico.


Palavras-chave


Gestão de pessoas; Liderança situacional; Setor de alimentação; Restaurantes.

Texto completo:

PDF

Referências


Associação Brasileira de Indústrias da Alimentação. (2011). Setor de alimentação. Recuperado em12 setembro, 2012 dewww.abia.org.br.

Associação Brasileira de Bares e Restaurantes. (2011). Crescimento do Setor em 2011. Recuperado em 12 setembro, 2012, de: www.abrasel.com.br

Amaro, A. G. O.,& Agostinho, E. F. C. (2007). Liderança: modelo situacional de Hersey e Blanchard. Lisboa: Instituto Politécnico de Coimbra.

Blake, R., &Mouton, J. S. (1964). The managerial grid. Houston –Tex: Gulf Publishing.

Bowditch, J. L., &Buono, A. F. (2002). Elementos do comportamento organizacional. São Paulo: Pioneira Thomson.

Chiavenato, I. (1999). Gestão de Pessoas: O novo papel dos recursos humanos nas organizações (6ª tiragem). Rio de Janeiro: Campus.

Chiavenato, I. (2000). Recursos Humanos (6ª ed.). São Paulo: Atlas.

Cruz, M.R. P., Pinheiro, A. N., Pinhiero, P. (2010, janeiro). Teoria Contingencial de Fiedler: aplicação prática da escala Least Prefered Co-Worker (LPC). Covilhã: UBI. Recuperado em 20 março, 2012, de http://www.dge.ubi.pt/investigacao/TDiscussao/2010/TD08_2010.pdf

Cunha, A. M. C. A. Miranda, L. C., & Paula, N. M. (2005). Gestão de pessoas em restaurantes: um enfoque na motivação e liderança. In: Congresso Brasileiro De Ciências Da Comunicação, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 28.

Fiedler, F. (1995, set./out.). Engineer the job to fit the manager. Harvard Business Review, Boston, 43(5),115-122.

Fiedler, F. (1981). Liderança e administração eficaz. São Paulo: Edusp.

Fiedler, F. (1967).A theory of leadership effectiveness.New York: McGraw-Hill.

Fiedler, F., & Garcia, J. (1987). New approaches to effective leadership. New York: John Wiley.

Fiedler, F. & Martin, M. (1984). The leader match concept. New York: John Wiley.

Figueredo, N. M. A. (2008). Método e metodologia na pesquisa científica (3ª ed.). São Caetano do Sul: Yendis.

Freitas, M. E. (1999). Cultura organizacional: identidade, sedução ou carisma?São Paulo: FGV-SP.

Hersey, P.; Blanchard, K. (1986). Psicologia para administradores: a teoria e as técnicas da Liderança Situacional. São Paulo: EPU.

Hersey, P., & Blanchard K. (1980). A Mudança organizacional através da liderança eficaz.São Paulo: Multimedia TecnologiaEducacional.

Hersey, P., & Johnson, D. E.(1997). Liderança situacional na organização multicultural. In;

Hesselbein, F., Goldsmith, M., & Beckhard, R. A. (1997). Organização do futuro. São Paulo: Futura.

House, R. J. (1971). A Path-Goal theory of leadership effectiveness.Administrative Science Quarterly, Itahaka-NY, 16(3), 321-328.

House, R. J., & Mitchell, T. R. (1974).Path-Goal theory of leadership,Journal of Contemporary Business, Germantown- NY,3(Autumn),81-99.

Minicucci, A. (2002).Teste de Liderança situacional (TLS).São Paulo: Vetor.

Reddin, W.J. (1977). Eficácia Gerencial, São Paulo: Atlas.

Romani, C., &Dazzi, M. C. S. (2002). Estilo Gerencial nas Organizações da Era do Conhecimento.In: ANGELONI, M. T. (Org.). Organizações do Conhecimento: infraestrutura, pessoas e tecnologias. São Paulo: Saraiva.

Souza, J. P. S. & Santo, E. E. (2010). Uma análise dos estilos de liderança organizacional. Revista Eletrônica Biblionline, João Pessoa, 6(1), 160-169.

Tirmizi, S. (2002): “The 6-L framework: a model for leadership research and development”; Leadership & Organization Development; Vol. 23 (5/6); pp. 269-279.


Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Revista Metropolitana de Sustentabilidade - ISSN  2318-3233


 

 Impact Factor 1,362 - year 2015

  

 Quality Factor 2,000 - year 2015